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Edição Limitada

“Não tenho tempo pra mais nada, ser feliz me consome muito”. Clarice Lispector

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“Não tenho tempo pra mais nada, ser feliz me consome muito”. Clarice Lispector

Preparar para as férias

 

Quando pensamos em "preparar para as férias" a primeira coisa que jos vem à cabeça, ou das primeiras, é: fazer a mala. Mas há mais!

 

Há um conjunto de coisas que devemos preparar antes de ir. Vou deixar aqui algumas delas:

 

  • Chaves de casa: deixar as chaves com um familiar ou amigo. Caso seja possível, pedir para essa pessoa passar lá por casa uma ou duas vezes. Em alternativa, a PSP tem um "serbiço de vigilância" que inclui passar pela nossa casa para verificar se está tudo bem. Não sei pormenores mas sei que existe e já os vi passar pela minha rua para ver a casa de um vizinho.
  • Animais de estimação: encontrar uma família de acolhimento para quando estamos fora ou reservar lugar no "hotel", como chamamos na minha família. Os animais são uma responsabilidade, são um membro da família e não podem ser vistos como um brinquedo que nos diverte e quando dá problemas deitamos fora. No Verão aumentam os números do abandono dos animais e isso não pode continuar.   
  • Flores: estas são mais complicadas... algumas podem ser colocadas em lugares mais frescos da casa, ser regadas com antecedência e em abundância ou até ser deixadas num recipiente com água, outras não. O ideal é pedir ao familiar, amigo ou até a um vizinho a quem deixamos a chave para ver se ele pode ir regar aa flores. Eu recorri mais uma vez à minha amiga T. para garantir que as plantas sobrevivem até ao meu regresso. Obrigada T.!
  • Casa: o ideal é deixar a casa preparada para o regresso, sobretudo se entre a chegada e o regresso ao trabalho não tivermos uns dias para organizar tudo o que trazemos e o qje precisamos tratar e preparar para voltar ao trabalho e à rotina, calmamente e sem stress.

Mais alguma fica para juntar a esta lista?

 

 

As coisas que a nossa casa não precisa

via

 

Vi no blog A Considered Life uma lista de coisas que a Sophie acha que a nossa casa não precisa. Curiosamente tinha comentado recentemente com umas amigas que queria tirar uns destes elementos de casa. Não sei se concordo com tudo o que ela diz, mas faz sentido.

 

Montanhas de almofadas: foi com esta maravilha de decoração que embirrei recentemente. No quarto tinha umas quantas almofadas em cima da cama, mas na realidade, e apesar de gostar de as ver, apenas serviam para ter o trabalho de as tirar de cima da cama e pôr onde desse, e no dia seguinte, a mesma "cerimónia". Algumas das minhas amigas gostam muito das suas almofadas, eu também, mas estas ali já não me fazem feliz.

 

Cadeira no quarto: a cadeira no quartotambém anda em consideração. É o lugar onde vão parar as coisas no final do dia e de onde muitas vezes só saiem ao fim de semana. Se não tivesse a cadeira se calhar não acumulava ali a roupa... por outro lado, se fosse mais disciplinada...

 

Mesa de centro: a minha sala é pequena e não tem espaço, mas percebo o que ela diz. É bonito sim, uma mesa com uns livros bonitos, umas peças de design, dá aquele toque, mas ao mesmo tempo é mais uma coisa para limpar, muitas vezes não é usada para nada e ocupa espaço. O espaço da mesa de centro pode ser usado para jogar jogos de tabuleiro com a família e os amigos, fazer exercício em casa ou, pura e simplesmente, ter espaço livre em casa.

 

Cadeiras: para sentar 12 pessoas à mesa uma vez, quando habitualmente jantam no máximo 6... É bom ter lugar onde sentar os amigos para jantarmas basta ter as tais 6 e depois, quando necessário, juntar os bancos da cozinha, as cadeiras do quartos (quando elas se mantêm :)) ou até pedir aos vizinhos.

 

Flores frescas: são caras e morrem, diz ela. Eu gosto de ter flores frescas em casa mas percebo quando ela diz que é melhor termos plantas. Dizem que as plantas em casa reduzem os níveis de stress, regulam a temperatura e acalmam a mente fazendo-nos sentir mais próximos da natureza. Requerem alguma atenção e cuidados mas sem dúvida que deixam as nossas casas bonitas. Eu acho que podemos ter das duas!

 

Mobília no hall de entrada: coisas para guardar coisas. O hall de entrada deveria ser o mais leve possível, como toda a casa na minha opinião. Embora a minha não seja assim tão leve e desimpedida, tem uma pequena estante e agrada-me quando entro em casa, por isso acho que está bem.

 

Quadros nas paredes: aqui também não estou de acordo com ela. Diz que são desnecessários. Eu não acho. Mas não tenho os meus pendurados. De vez em quando gosto de os mudar de lugar e dar um outro ar na decoração de minha casa.

 

 

Missão destralhar: frascos, frasquinhos e pacotinhos de amostras

via

 

No outro dia uma das minhas amigas chegava a uma conclusão à qual eu já cheguei há muito tempo, e da qual até já falei aqui. Dizia ela, mais ou menos, que eu tinha um armazém de produtos de higiene. E é verdade. Entre cremes, sabonetes, champôs, pastas de dentes… não preciso de comprar nada!

 

Já ando nisto de não comprar nenhum destes produtos há algum tempo (disso irei falar daqui a uns dias) e vou continuar. Até porque há sempre um presente que recebemos, uma oferta num evento, uma estadia num hotel, enfim, acabamos sempre por voltar a repor o stock.

 

E hoje, numa situação que nada tinha que ver com este tipo de produtos, tive uma ideia! Ou melhor, não tem a ver com os produtos em si mas sim com a minha missão destralhar. Faltam atualmente 277 coisas para cumprir o objetivo das 496 e reparei que muitas das coisas que posso reduzir são, lá está, frascos, frasquinhos e pacotinhos de amostras de champô, máscaras e cremes. Por isso, a juntar ao facto de estar a usar essas amostrinhas na piscina, decidi tomar outra medida!

 

Com o aproximar das férias, altura em que lavo o cabelo mais vezes que o normal, vou juntar todas essas amostras, tamanhos de viagem, máscara de cabelo que não gosto tanto, e afins e colocar numa bolsa que irá comigo nas férias. Assim irei reduzir uma quantidade substancial de coisas numa velocidade muito maior do que a do costume.

 

Depois disto há outras medidas a manter e reforçar: não aceitar amostras de produtos que sei que não vou usar e continuar na saga de usar tudo até acabar! Já vejo resultados por isso é manter!

 

Ainda não tive oportunidade de ler, com a atenção devida, a revista deste mês da National Geographic, a que tem uma capa dedicada ao “mar de plástico”, mas já li que nalguns países estes pacotinhos de amostras estão ao nível da “praga” porque são a única coisa que essas pessoas podem comprar. E isso fez-me pensar ainda mais. Para nós estas amostras são gratuitas e muitas vezes acabam por ir parar ao lixo, para elas… e por respeito a essas pessoas, até mais do que pelo ambiente – admito – vou equacionar as amostras que peço e que aceito. E já sei que sozinha não mudo o mundo e que elas não vão passar a poder comprar frascos de champô só por isso mas…