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Edição Limitada

“Não tenho tempo pra mais nada, ser feliz me consome muito”. Clarice Lispector

Edição Limitada

“Não tenho tempo pra mais nada, ser feliz me consome muito”. Clarice Lispector

Problema Literário - falta de espaço

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Há muitas teorias sobre como "A" estante perfeita, se é que há estantes perfeitas! Refiro-me a estantes de livros! Como os organizar, se por cores das lombadas, por tamanhos, por temas, por ordem alfabética, por autor ou título… enfim, um mundo de possibilidades!

Os meus livros estão organizados maioritariamente por temas e por autores. O que me obriga a fazer alguma ginástica… temos viagens, autores portugueses, autores estrangeiros, livros noutras línguas, técnicos, livros de culinária… (estes… ocupam a maior área).

Como ando a precisar de arranjar mais espaço para os livros estou atenta a sugestões de arquivo bibliográfico, embora ainda não tenha tomado uma decisão sobre como reorganizar os ditos.

Li há dias uma pessoa que dizia ter os seguintes critérios de organização da estante: livros lidos a manter, lidos para dar, livros novos para ler um dia, novos que nunca vai ler e, por isso, vai dar. Este crivo ajudava-a a fazer escolhas e angariar alguns centímetros para as novas aquisições. E eu estou a pensar usar os mesmos critérios.

Por outro lado, numa viagem pela blogosfera, cruzei-me com uma lista do Italo Calvino sobre as secções de uma livraria, algumas que também se podem adaptar à organização das nossas bibliotecas caseiras. Embora, e ao mesmo tempo, as possam complicar!

 

Sections in the bookstore —
– Books You Haven’t Read
– Books You Needn’t Read
– Books Made for Purposes Other Than Reading
– Books Read Even Before You Open Them Since They Belong to the Category of Books Read Before Being Written
– Books That If You Had More Than One Life You Would Certainly Also Read But Unfortunately Your Days Are Numbered
– Books You Mean to Read But There Are Others You Must Read First
– Books Too Expensive Now and You’ll Wait ‘Til They’re Remaindered
– Books ditto When They Come Out in Paperback
– Books You Can Borrow from Somebody
– Books That Everybody’s Read So It’s As If You Had Read Them, Too
– Books You’ve Been Planning to Read for Ages
– Books You’ve Been Hunting for Years Without Success
– Books Dealing with Something You’re Working on at the Moment
– Books You Want to Own So They’ll Be Handy Just in Case
– Books You Could Put Aside Maybe to Read This Summer
– Books You Need to Go with Other Books on Your Shelves
– Books That Fill You with Sudden, Inexplicable Curiosity, Not Easily Justified
– Books Read Long Ago Which It’s Now Time to Re-read
– Books You’ve Always Pretended to Have Read and Now It’s Time to Sit Down and Really Read Them

 

Regras Boas

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Por acaso não acho que ter regras seja uma coisa negativa e, por isso, talvez o título deste post merecesse outra escolha de palavras. Mas quando decidi chamar-lhe regras boas era como quem diz “regras do bem”. O que também não é bem, bem a escolha mais acertada. Parece que há outro conjunto de regras maléficas.

 

O que eu quero dizer com “regras boas” ou “regras do bem” é que há algumas, umas mais que outras, que apesar de terem aquele cunho de obrigação associado à palavra “regra” têm também o cognome de amigas. Regras amigas! Se calhar seria um título mais interessante… mas agora, dois parágrafos depois, já não vou mudar isso.

 

Continuando! Há algumas ações que podem ser incorporadas nas nossas vidinhas, nas nossas rotinas e que nos ajudam a ter um dia melhor, a sentirmo-nos melhor, mais giros, mais fortes, mais alegres, tudo em bom! Conseguimos fazer tudo e incorporar todas estas medidas? Não. Eu pelo menos, não! Conseguimos ir adquirindo alguns hábitos e associar algumas destas dicas ao nosso dia-a-dia? Sim. Eu pelo menos consigo! E acreditem… se eu consigo… vocês também!

 

Depois de todo este latim, aqui ficam as “Regras boas”, “Regras do Bem” ou “Regras Amigas”. Podemos chamar-lhe o que quisermos! Bom, bom é conseguirmos ir acrescentando uma ou outra que nos ajude a sentir como dizia acima, ou por outras palavras, sentirmo-nos: na nossa melhor versão!

 

  • Beber 2l água por dia
  • Fazer uma esfoliação 1x por semana
  • Hidratar o cabelo com uma máscara 1x por semana
  • Limpar, tonificar e hidratar 2x ao dia
  • Fazer exercício físico
  • Usar protetor solar
  • Unhas sempre limpas e cuidadas (manicure será opção individual)
  • Ler
  • Tomar vitaminas
  • Reduzir o stress
  • Dormir cedo e sempre à mesma hora
  • Beber chá
  • Nunca dormir com maquilhagem
  • Ter a casa “desatafulhada”
  • Usufruir do Silêncio

 

 

Já estamos quase em Março...

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Conversava hoje com uma amiga, durante o caminho para o trabalho, e a dada altura perguntou-me sobre os planos para o meu aniversário. A verdade é que falta pouco mais de um mês e eu, não sei porquê, tenho a sensação que ainda falta imenso tempo para o mês de Março. Sendo que Março começa já esta semana!

 

Dizia-lhe que tenho andado com tanta coisa em mãos, e que tenho tantos planos, que nem me tenho dado conta de como o tempo tem passado a correr. Preciso de dedicar uma parte do meu dia a parar, respirar fundo e deitar para o papel tudo o que anda por aqui a pairar. Acontece que entre as tarefas rotineiras, as aventuras e desafios, os passeios e os raios de sol, esse tempo que eu gosto tanto de parar e descontrair vai sendo adiado. E depois fico assim, meia perdida no tempo, como se ainda estivesse em Janeiro.

 

Algumas das boas práticas de produtividade sugerem que dividamos os nossos dias em blocos de tempo, outras sugerem um exercício giro de definirmos o nosso dia ou semana ideal para depois nos orientarmos por esse “plano”. São essas as duas coisas que tenho que fazer: parar para ver como será a minha semana ideal e depois dividir os meus dias em blocos de tempo que me permitam ir cumprindo tudo o que quero cumprir. Por isso, hoje vou dedicar uma hora do meu dia a essa tarefa. Sei que não vai ficar XPTO mas… feito é melhor que perfeito!

 

Estamos quase em Março, o mês do meu aniversário, e eu não o quero desiludir!