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Edição Limitada

“Não tenho tempo pra mais nada, ser feliz me consome muito”. Clarice Lispector

Edição Limitada

“Não tenho tempo pra mais nada, ser feliz me consome muito”. Clarice Lispector

Banda sonora para o dia de hoje

O dia de ontem podia ficar conhecido por uma de duas coisas: o dia aborrecido em que me “melgaram” o juízo ou o dia em que superei mais uma distância e nadei 1800m em cerca de 45 minutos.

 

Há uns tempos atrás uma das minhas amigas disse-me umas palavras sábias: devemos focar as nossas energias nas coisas que podemos controlar e nas que nos trazem felicidade. Ontem essas palavras passaram-me muitas vezes pela cabeça. Nadar mais, melhor e de forma mais focada depende apenas de mim!

 

Claro que isto é tudo muito bonito mas ajuda imenso o facto de termos pessoas ao nosso lado que estão alinhadas na mesma frequência, pessoas que também querem melhorar e “run the extra mile”. E ontem foi isso que aconteceu! Decidimos que íamos aumentar a fasquia e assim fizemos! Às 21h de ontem eu estava tão mas tão feliz que não conseguia parar de sorrir! E hoje quando acordei e me lembrei disso, fiquei novamente ligada à corrente!

 

Hoje, essas coisas que ontem me irritaram, dificilmente vão conseguir superar a minha alegria. Porque eu estou super feliz! E por isso, esta é a banda sonora de hoje! 

 

 

 

Sei o que fizeste no mês passado - Janeiro

via

 

O mês de Janeiro é por regra o “mais comprido” do ano. E embora isso possa parecer muito positivo, porque nos leva a pensar que conseguimos fazer muito mais do que nos outros meses… a verdade é que não é bem por isso que temos a sensação de que nunca mais acaba.

 

Começamos cheios de energia e boa vontade e à medida que os dias vão passando… as boas intenções começam a desvanecer, regressa o ritmo e a rotina, agravadas pelo estado do tempo e… volta tudo ao mesmo. Ou não!! E foi isso que aconteceu comigo desta vez! O meu mês de Janeiro foi muito bom!

 

Tinha definido um conjunto de planos para este mês. Hoje é o dia de fazer um resumo e ver como correram as coisas.

 

  • Queria organizar a agenda de 2019 – este assunto ainda não está fechado, falta incluir umas tarefas mensais recorrentes e depois passar a usar a agenda a 100%.

 

  • Concerto da Mafalda Veiga – Check! Foi muito diferente do último concerto que vi dela, não porque as músicas fossem muito diferentes, mas porque as circunstâncias o eram. Não posso dizer que tenha estado muito confortável durante o concerto já que o passei literalmente toda torta sentada na bancada… mas posso garantir-vos que foi bom e que o dueto que fez com a Ana Bacalhau foi, para mim, O momento da noite! Cantaram o Because the night da Patti Smith e em BOM!

 

  • Tive oportunidade de me encontrar com amigos ao longo do mês, quer para almoços, jantares e inesperadas idas ao cinema.

 

  • Na natação superámos a distância nadada por treino! Chegámos aos 1600m em 45 minutos!!! Muito, muito bom! Sobretudo se tivermos em conta que no ano passado fazíamos em média 1250/1300 metros.

 

  • Da lista das 40 coisas: fui ao Planetário logo no início do mês, registei 16 dias de coisas boas dos 31 que deveria ter registado (não que não houvesse coisas boas, só não as registei… a melhorar) e finalmente cheguei às 5 pessoas que fizeram ou estão a fazer uma destas listas para o seu aniversário.

 

  • Quanto às leituras… Comecei o ano a ler o Regresso a Mandalay, tal como queria só que entretanto recebi no correio dois livros e pronto… desviei! A “culpa” é de quem me emprestou o primeiro e me enviou os outros dois… disse-me que o Regresso a Mandalay é leitura de Verão! Convenceu-me!  

 

 

Planos para o mês de Fevereiro:

 

E desse lado, que tal o mês de Janeiro? E os planos para Fevereiro?

 

PODCAST - How to be Awesome

via

 

No fim de semana dediquei-me a um conjunto de tarefas que me permitem pôr a audição de podcasts em dia – e isso é um dos lados bons das tarefas domésticas! De todos os episódios que ouvi, este foi talvez o que gostei mais. Fala sobre o efeito positivo da positividade e dá umas quantas dicas sobre como pequenas alterações no nosso comportamento, ou linguagem, podem ter efeitos tão benéficos nos nossos dias e na nossa vida, e como o mesmo pode ter uma influência nos outros – quer os que vêem o copo meio cheio, como os que o vêem meio vazio.

 

Há quem olhe para as pessoas positivas como alguém que está alheado da realidade. Muitas vezes os “positivos” (vamos chamar assim as pessoas que preferem viver desse lado da vida) são até rotulados de meio loucos porque, numa situação grave, tendem a procurar a alternativa menos grave. Diz a entrevistada neste podcast que esta é uma estratégia para treinar o cérebro a identificar as coisas positivas e portanto a “aliviar” as situações difíceis. Ou seja, os “positivos” não são alheados, nem loucos, são pessoas que têm uma visão realista das situações mas optam por trabalhar no lado das soluções e não dos problemas.

 

Um outro exemplo está intimamente ligado com aquela pergunta típica, que tipicamente tem a resposta “vai-se andando…”: o “Como estás?”. Michelle Gielan, a entrevistada, diz que a forma como respondemos a essa pergunta marca o tom do resto da conversa com essa pessoa. E não é que, se formos a pensar um bocadinho nisso, ela tem mesmo razão? Sugestão – da próxima vez que nos perguntarem como estamos, responder de forma positiva, mesmo que depois apresentemos um problema pelo qual estamos a passar. Basta começar a conversa com um “Estou bem!” e depois partilhar com essa pessoa uma ou outra preocupação que tenhamos.

 

Ainda relacionado com esta questão dos diálogos, sugere que, quando nos cruzamos com uma pessoa negativa (na rua, no trabalho, etc), quando ela nos apresenta os seus desabafos negativos, lhe façamos perguntas que “condicionem” o seu discurso para a positiva, ou seja, e usando um exemplo dela, quando alguém nos diz mal do trabalho, ou do chefe, pedir para nos indicar uma coisa que essa pessoa faça bem, ou que tenha corrido bem no trabalho. E quem diz no trabalho, diz noutras áreas da vida.

 

E ainda no que diz respeito a perguntas… para mim esta foi a dica que me parece que pode ter mais impacto no nosso dia-a-dia. Sugere ela que em vez de perguntarmos “como correu o dia?” quando chegamos a casa, que regra geral leva ao habitual “normal”, façamos as perguntas de outra forma. No caso de quem tem filhos, por exemplo, perguntar o que fizeram de mais divertido na escola, mas de uma forma geral, perguntar qual foi a melhor parte do dia, o que fizemos de diferente, ou divertido, o que aprendemos nesse dia, etc, são tudo perguntas que podem levar a outra pessoa a pensar um bocadinho mais e partilhar algo mais do que o “normal”.

 

O podcast termina com um nota sobre o impacto que as nossas ações podem ter nas outras pessoas. Por vezes nem nos apercebemos como um pequeno gesto, uma atenção, um sorriso têm um impacto enorme no dia do outro. E por acaso é verdade. Quem nunca sentiu o efeito do gesto positivo de outra pessoa?

 

Deixei para o fim uma ideia que achei o máximo! Sugere-nos o seguinte desafio: durante 21 dias seguidos, enviar um email a pessoas diferentes, logo de manhã, a agradecer por alguma coisa ou a elogiar algo que tenham feito. Diz que são dois minutos que terão um impacto muito positivo em quem envia, e eu acredito que também o fará em quem o recebe. Lá está, marcará o tom do dia dessa pessoa. Desafio aceite?

 

Ouvir: “Improved happinness, Improved performance” (41 minutos)

 

 

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