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Edição Limitada

“Não tenho tempo pra mais nada, ser feliz me consome muito”. Clarice Lispector

Edição Limitada

“Não tenho tempo pra mais nada, ser feliz me consome muito”. Clarice Lispector

O plástico provoca-lhe azia

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Este é um dos títulos que mais gostei de escrever. Não sei porquê. Gosto. Embora tenha sido escrito à custa de uma coisa menos positiva. 

 

Quem já me acompanha há algum tempo sabe que tenho andado numa "luta" contra o plástico de utilização única. É um tema atual, é sim senhora. E se pensam que estou a escrever isto porque agora está na moda, estão enganados. Estou a escrever isto, hoje, porque este fim de semana irei finalmente ler a National Geographic dedicada ao tema, com a atenção que o assunto merece. E é muito provável que dentro em breve escreva mais sobre o assunto, não só porque se aproxima o mês de Julho (Plastic Free July) mas também porque quando andava a folhear a revista e a debitar informação para o ar, a minha mãe me disse "devias era publicar isso no blog!". E foi uma boa sugestão.

 

Nos entretantos, lembrei-me de fazer aqui uma pesquisa pela palavra "plástico" e, de todos os resultados, quero lembrar-vos estes:

 

 

Planos para o resto do mês

 

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Os meses começam num instante, chegam a meio num instante e acabam num instante. Tenho a sensação que às vezes passamos por eles e nem damos conta. O que não é necessariamente positivo. Este mês está já a mais de meio e as semanas que se aproximam estão cheias de atividades e compromissos. 

 

Não vou aqui deixar um registo exaustivo, nem os planos para esta semana. Ficam já os planos que tenho até ao final do mês porque o dia 30 está já aí ao virar da esquina. 

 

  • Estreia do filme "A livraria" baseado no livro como mesmo título 
  • Fim de semana para carregar baterias
  • Preparar um pic nic para a família - o picnic dos primos
  • Cuidados pessoais pré-férias
  • Ver os jogos da seleção
  • Pôr a escrita em dia
  • Fazer os possíveis para contrariar a app que diz que eu não vou destralhar 496 coisas até dia 27/06
  • Trocar finalmente a roupa e calçado de Inverno pelo de Verão

 

E por aí, muitos planos, ideias e coisas giras para fazer?

 

Missão destralhar: frascos, frasquinhos e pacotinhos de amostras

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No outro dia uma das minhas amigas chegava a uma conclusão à qual eu já cheguei há muito tempo, e da qual até já falei aqui. Dizia ela, mais ou menos, que eu tinha um armazém de produtos de higiene. E é verdade. Entre cremes, sabonetes, champôs, pastas de dentes… não preciso de comprar nada!

 

Já ando nisto de não comprar nenhum destes produtos há algum tempo (disso irei falar daqui a uns dias) e vou continuar. Até porque há sempre um presente que recebemos, uma oferta num evento, uma estadia num hotel, enfim, acabamos sempre por voltar a repor o stock.

 

E hoje, numa situação que nada tinha que ver com este tipo de produtos, tive uma ideia! Ou melhor, não tem a ver com os produtos em si mas sim com a minha missão destralhar. Faltam atualmente 277 coisas para cumprir o objetivo das 496 e reparei que muitas das coisas que posso reduzir são, lá está, frascos, frasquinhos e pacotinhos de amostras de champô, máscaras e cremes. Por isso, a juntar ao facto de estar a usar essas amostrinhas na piscina, decidi tomar outra medida!

 

Com o aproximar das férias, altura em que lavo o cabelo mais vezes que o normal, vou juntar todas essas amostras, tamanhos de viagem, máscara de cabelo que não gosto tanto, e afins e colocar numa bolsa que irá comigo nas férias. Assim irei reduzir uma quantidade substancial de coisas numa velocidade muito maior do que a do costume.

 

Depois disto há outras medidas a manter e reforçar: não aceitar amostras de produtos que sei que não vou usar e continuar na saga de usar tudo até acabar! Já vejo resultados por isso é manter!

 

Ainda não tive oportunidade de ler, com a atenção devida, a revista deste mês da National Geographic, a que tem uma capa dedicada ao “mar de plástico”, mas já li que nalguns países estes pacotinhos de amostras estão ao nível da “praga” porque são a única coisa que essas pessoas podem comprar. E isso fez-me pensar ainda mais. Para nós estas amostras são gratuitas e muitas vezes acabam por ir parar ao lixo, para elas… e por respeito a essas pessoas, até mais do que pelo ambiente – admito – vou equacionar as amostras que peço e que aceito. E já sei que sozinha não mudo o mundo e que elas não vão passar a poder comprar frascos de champô só por isso mas…