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Edição Limitada

“Não tenho tempo pra mais nada, ser feliz me consome muito”. Clarice Lispector

Edição Limitada

“Não tenho tempo pra mais nada, ser feliz me consome muito”. Clarice Lispector

Fazer e não fazer

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Volta e meia procuro aplicações de produtividade e gestão de tarefas. Sou totalmente pessoa do papel e caneta e às vezes até me pergunto porque me dou a esse trabalho, mas que hei-de eu fazer… Acho que de alguma forma essas aplicações até me ajudam a melhorar o meu sistema “analógico”.

Pois bem, a minha última descoberta veio através do livro Não leias este livro. O autor criou uma aplicação baseada no que fala no livro e que nos obriga a escolher o que vamos fazer. Chama-se To don’t list e só nos permite ter 3 coisas na lista de tarefas enquanto todas as outras vão sendo registadas na lista de coisas a não fazer. Parece complicado mas não é.

A questão é que, na maioria das vezes, a nossa lista de coisas a fazer começa a crescer de tal maneira que perdemos o foco. As três coisas mais importantes desaparecem nessa imensidão de linhas escritas e acabamos por, muitas vezes, cumprir as menos importantes.

No outro dia dei por mim a pensar em como ficaria a lista das coisas que quero fazer nas férias se a colocasse nesta app. Quais seriam as 3 coisas mais importantes e quais ficariam na to don’t list

 

Já estamos quase em Março...

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Conversava hoje com uma amiga, durante o caminho para o trabalho, e a dada altura perguntou-me sobre os planos para o meu aniversário. A verdade é que falta pouco mais de um mês e eu, não sei porquê, tenho a sensação que ainda falta imenso tempo para o mês de Março. Sendo que Março começa já esta semana!

 

Dizia-lhe que tenho andado com tanta coisa em mãos, e que tenho tantos planos, que nem me tenho dado conta de como o tempo tem passado a correr. Preciso de dedicar uma parte do meu dia a parar, respirar fundo e deitar para o papel tudo o que anda por aqui a pairar. Acontece que entre as tarefas rotineiras, as aventuras e desafios, os passeios e os raios de sol, esse tempo que eu gosto tanto de parar e descontrair vai sendo adiado. E depois fico assim, meia perdida no tempo, como se ainda estivesse em Janeiro.

 

Algumas das boas práticas de produtividade sugerem que dividamos os nossos dias em blocos de tempo, outras sugerem um exercício giro de definirmos o nosso dia ou semana ideal para depois nos orientarmos por esse “plano”. São essas as duas coisas que tenho que fazer: parar para ver como será a minha semana ideal e depois dividir os meus dias em blocos de tempo que me permitam ir cumprindo tudo o que quero cumprir. Por isso, hoje vou dedicar uma hora do meu dia a essa tarefa. Sei que não vai ficar XPTO mas… feito é melhor que perfeito!

 

Estamos quase em Março, o mês do meu aniversário, e eu não o quero desiludir!

 

 

Com ou sem som?

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A música sempre teve um papel importante nos meus dias. Não que seja pessoa entendida na matéria, grande conhecedora de obras-primas musicais ou que toque algum instrumento. Não é por isso que ela faz parte da minha vida, é só porque me acompanha.

 

Estudava com música, usava a música para continuar as caminhadas quando começavam a faltar as forças e o destino estava longe, oiço música em viagens, também já a usei para me incentivar a correr mais do que pensava aguentar (sem sucesso neste caso), oiço-a em momentos alegres e encontro conforto na repetição de acordes deprimentes em momentos mais tristes. E gosto de ouvir música quando preciso de estar focada nalguma tarefa de trabalho.

 

Há toda uma doutrina sobre ouvir música desde que somos pequeninos e a influência que isso terá na nossa vida. Se distrai ou se ajuda a concentrar. Se nos faz evadir ou se nos prende às letras.

 

Ouvia no outro dia que as músicas que usamos para estar focados não devem ter letra. Que se precisamos de fazer um trabalho criativo devemos ouvir música rock, mas se quisermos ser mais produtivos devemos optar pela música clássica. Não concordo com nenhuma destas considerações! Cada um saberá quais os sons que melhor fazem o seu Tico falar com o seu Teco.

 

Eu gosto de ouvir bandas sonoras de filmes, mas também gosto de criar as minhas playlists. Há dias em que preciso de ouvir a música quase em surdina, mas outros há –e aqui também depende de cada música – em que preciso de a ouvir BEM ALTO! Posso estar em dia de ouvir apenas instrumentais, mas também posso estar em dia de ouvir músicas cheias de letras, cheias de significado e cheias de ritmo. O que é mesmo verdade é que, para mim, ouvir música enquanto trabalho é muito bom sinal: ajuda-me a focar, aumenta a minha capacidade criativa, deixa-me (regra geral) bem disposta e até pode servir como ferramenta de controlo de tempo dedicado a determinada tarefa. Ah! E escusado será dizer que há músicas que me fazem sentir super poderosa e motivada para os desafios que apareçam!

 

E por aí, preferem a companhia da música ou do silêncio?