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Edição Limitada

“Não tenho tempo pra mais nada, ser feliz me consome muito”. Clarice Lispector

Edição Limitada

“Não tenho tempo pra mais nada, ser feliz me consome muito”. Clarice Lispector

Sei o que fizeste o mês passado - Fevereiro e Março

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O mês de Março foi qual montanha russa! Umas coisas atrás das outras. E, como diz o ditado… algumas ficaram para trás… O facto do Carnaval ser em Março e a Páscoa no final de Abril não ajudaram em nada, parece que o tempo andou descompassado. O resumo do mês de Fevereiro foi uma das coisas que ficaram para trás… mas vamos recuperar isso hoje! Hoje o resumo é dos dois meses: Fevereiro e Março.

 

Fevereiro

  • Finalmente fui ao Bingo e risquei uma coisa da lista!
  • O concerto Snow Patrol também foi muito bom e um óptimo presente de Natal!
  • Fevereiro foi o Mês das Cartas (e dos postais) o que deixou muitas caixas do correio felizes
  • E também foi o mês do grande desafio #28diasadestralhar (destralhei 213 em 406 coisas mas foi muito bom! Entretanto já destralhei mais 20 e o processo continua)
  • Andei a preparar lista das 41 coisas que este ano foi ligeiramente mais difícil de completar…
  • Leituras: recebi de presente um livro da Clarisse Lispector que comecei a ler e cuja leitura está em curso
  • Encontros com amigos e recuperar a tradição do jantar mensal com a Grupeta
  • Consegui chegar aos 1700m a nadar e depois aos 1800!
  • Coisas boas – o registo das coisas boas mantem-se e sinto que o hábito está mais enraizado! Registei 18/28 dias de coisas boas. Uma delas está aqui e outra foi uma encomenda que veio dos Açores e me deixou muito feliz!

 

Março

  • O mais importante de tudo é o meu aniversário! E tudo o que a ele e a esse dia está associado :)
  • Carreguei um bocadinho a bateria num fim de semana com amigas em Peniche
  • Fiz algo que gostava de fazer mas pensava impossível - passar a Ponte 25 de Abril a correr e verifiquei que nadar me tem ajudado imenso em termos de condição física. Fiz a Mini Maratona (7kms) e quase todos a correr!
  • Voltei a dar sangue (próxima dádiva em Agosto)
  • Houve o Lanche das Primas
  • Fui visitar a PhotoArk – exposição sobre animais em vias de extinsão
  • Finalmente comprei o livro do Nelson Mandela “Cartas da Prisão”. Até agora, muito interessante. A dar que pensar, mas interessante.
  • Deixei um livro meu num banco de jardim e fiquei a ver quem o levou – foi muito giro!
  • A minha caixa do correio foi MUITO feliz este mês com postais de aniversário e uma carta. Deixaram-me o coração quentinho!
  • Na natação… voltámos a superar a barreira! Num dos treinos nadámos 2100m e a distância por treino tem aumentado
  • Coisas boas: este mês registei mais! Lá está, o hábito está enraizado: 29/31 dias de coisas boas
  • Entra em vigor a lista das 41 coisas e para um dos pontos se realizar… o maior passo já foi dado!

 

Planos para o mês de Abril

  • Ler, Ler, Ler
  • Ir ao Teatro
  • Pôr a escrita em dia
  • Participar na Scalabis Night Race – mantenho… correr não é o meu desporto… mas…
  • Dias de férias para fazer nada e fazer qualquer coisinha!
  • Usufruir de um presente de aniversário que recebi sob a forma de enigma
  • Olhar para a lista das 41 coisas e ver quando poderei fazer o quê
  • Partilhar aqui um bocadinho de algumas das experiências que vivi em Fevereiro e Março
  • Ah! Tratar do IRS

 

Desafio - 28 dias a destralhar

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Apesar de ser o mês mais pequeno do ano, parece que este Fevereiro se vai “esticar”. Na verdade, as coisas acontecem. Nós até fazemos planos, mas depois, como eu costumo dizer, acontece a vida e os planos mudam! E nem sempre esses imprevistos são maus!

 

Há uns dias troquei umas mensagens com a Cláudia Gonçalves Ganhão relativamente às missões destralhar. Perguntava ela quem precisava de embarcar nessa “aventura”. Como sabem, para mim é uma missão que já faz parte de uma forma de estar na vida. Há dias em que a tralha aparece e cresce, e dias em que a missão destralhar ataca e a mesma tralha segue os seus caminhos.

 

Estava longe de imaginar o que vinha depois desta troca de mensagens! Mas vou contar-vos já se seguida: fui desafiada para ser Embaixadora do desafio #28diasadestralhar lançado pela Cláudia no seu blog. E aceitei! Sabem que eu gosto destas coisas…

 

Depois do esforço de Outubro, participar numa nova missão destralhar em Fevereiro vai ser bem desafiante, mas vamos ver como corre. Além do mais, sempre que me cruzo com coisas que estão “a mais” ponho-as de lado, o que faz com que tenha de ir rever com mais atenção uns quantos cantinhos que estão lá por casa e onde podem andar escondidas estas 406 coisas. Sim, no final de Fevereiro terão sido 406 coisas a ir à vida delas… Mas já tenho umas ideias!

 

O que eu gostava mesmo, mesmo era de saber se algum dos leitores deste blog aceita o desafio! Se pensarem que em casa é difícil, podem estender ao carro, ao local de trabalho, etc. O grande objetivo é participar e ficar mais “leve” e com mais tempo e espaço para as coisas que realmente importam! Como diz a Cláudia “406 é o número máximo de coisas, mas se forem 200 ou 300 já está muito bom! Por isso se achar que 406 são coisas demais, não faz mal, junte-se ao desafio e destralhe o máximo que conseguir! Se no dia 10 só conseguir 5 coisas tudo bem, faça-o”.

 

Para ajudar nesta contabilização, e de alguma forma nos motivar, a Cláudia criou um Excell onde podemos ir registando as coisas que pomos de parte. Eu vou usá-lo! Convido-vos a ler o post que ela escreveu sobre o Desafio - 28 dias a destralhar, a dizerem aqui nos comentários se se juntam a nós e a partilharem os vossos progressos usando o #28diasadestralhar!

 

Fevereiro, vamos a isto!

 

Já agora, para quem ainda não teve oportunidade de ouvir o Podcast sobre o livro "A Year of Yes" é uma boa oportunidade para o fazer. Este desafio é uma dessas situações em que dizer que sim nos traz coisas boas!

 

 

Sapato não entra

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Uma das minhas amigas viveu uns tempos no Japão, onde sapato não entra em casa. Outras duas amigas foram visitá-la e desde então que na casa de uma delas os sapatos ficam à porta. Numa visita a casa de uns amigos na Holanda e outra na Alemanha, fui convidada a deixar os meus sapatos numa espécie de hall de entrada para o efeito. E quem se lembra quando num dos episódios do Sexo e a Cidade, a Carrie foi a casa de uma amiga, que tinha a mesma regra, e ficou sem os sapatos? Quem acompanhou a série sabe o que os sapatos significavam para ela e também sabe o quanto representavam na sua conta bancária. Mas na casa da minha amiga H. isso nunca aconteceu.

 

Um dia destes dizia ela que sentia grandes diferenças desde o dia em que implementou essa regra lá em casa. E ninguém discute. Quando chegamos temos à nossa espera chinelos daqueles de hotel. Deixamos os sapatos à porta e ficamos logo muito mais confortáveis.

 

Eu por regra troco o sapato pela pantufa, ou chinelo, quando chego a casa, mas ainda não instituí a prática de o fazer logo à entrada da porta. Os sapatos acabam por entrar, e por vezes ficam calçados durante mais tempo. Por isso ainda não sinto todos os benefícios deste hábito.

 

Há quem estranhe, mas se pensarmos no conforto que sentimos quando nos descalçamos… e já para não falar no que não deixamos que nos entre em casa. E mais, se a isso associarmos a ideia de todas as coisas que deixamos do lado de fora da porta, e neste caso não estou a falar do lixo que vem agarrado ao sapato, esse hábito pode ser ainda mais salutar. O meu desmaquilhante tem um nome engraçado "take the day off", e neste caso podemos associar a mesma ideia ao calçado. Descalçamo-nos e deixamos à porta o trabalho, o stress, o trânsito e todo um conjunto de coisas menos confortáveis.

 

Esta é uma das mudanças que vou tentar pôr em prática já a partir de Fevereiro. As pantufas ficam à entrada, assim como uns chinelos para quem me visitar. Ontem já fiz um teste. Não deixar para amanhã uma coisa que podemos começar já hoje. Vamos ver como corre!