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Edição Limitada

“Não tenho tempo pra mais nada, ser feliz me consome muito”. Clarice Lispector

Edição Limitada

“Não tenho tempo pra mais nada, ser feliz me consome muito”. Clarice Lispector

Momento Kodak

 

A mesma imagem 68 anos depois. 

 

Numa altura em que tiramos mais fotos do que observamos o que se passa à nossa volta, em que registamos a experiência mais do que a vivemos, em que a imagem fica retida instantaneamente e não precisamos de dias para ver como ficaram as fotografias das férias, em que na verdade, essas imagens acabam quase todas presas nos telemóveis em vez de exibidas em albuns de fotografias e molduras, o New York Times fez este artigo onde coloca pessoas a tirar fotografias aos mesmos locais mas como 68 anos de diferença. Quais serão as verdadeiras diferenças, para além das tecnologias utilizadas?

 

Segundo o artigo, 1.8 biliões de fotos são partilhadas diariamente na internet. Praticamente todas sofrem ajustes de cor, de tamanho, um ou outro filtro. Qual seria o nosso comportamento no momento de tirar uma foto (hoje) se a nossa máquina tivesse um rolo e se precisássemos de 3-5 dias para a revelação estar pronta? Quantas vezes diríamos "queijo"? E quantos seriam os momentos Kodak registados para sempre e guardados num moldura, num album ou até no fundo de uma gaveta?

 

Aqui fica o artigo para poderem ir ver onde foram tiradas estas fotos e/ou descobrir as diferenças. Quem sabe não têm uma foto "igual".

 

Same Pictures. Same Places. 68 Years Apart.

 

Missão destralhar: o esforço compensa!

via

 

Durante o tempo que estive "meio" desaparecida por aqui, tirei uma semana de férias. Precisava de parar. Entre outras coisas. E precisava de "reagrupar". Não consigo muito bem explicar o que quero dizer com isso mas acho que já vão perceber. 

 

Com o passar dos dias vamos tendo muitas ideias, muitas solicitações, compromissos, responsabilidades, etc, e há sempre pontas que ficam por atar. Pontas soltas à espera do dia em que finalmente dão o nó e o assunto fica arrumado. E comigo não é diferente. Há muito tempo que andava a dizer que precisava de parar. Parar literalmente mas também parar para fazer aquilo que fiz: atacar a tralha! 

 

Tinha comentado por aqui que tinha iniciado uma missão destralhar, uma não, mais uma. E também referi algures que o ia fazer sem pressões. A base desta missão era o #minsgame dos Minimalistas em que num mês eles retiram de casa 496 coisas. Na minha casa isso ainda é possível, mas já não tão fácil. Isto de andar sempre a destralhar tem destas coisas, mais cedo ou mais tarde, deixamos de ter assim tanta bugiganga a mais. 

 

Mas voltando à minha semana de férias. Decidi que iria atacar os monos que me causavam algum desconforto, sobretudo porque sempre que olhava para eles ouvia a vozinha do diabinho dizer "ahahah ainda não fizeste isto!!!". E essa vozinha começou a falar cada vez mais alto e a deixar-me desconfortável. Ao mesmo tempo, continuava a sentir que estava a ficar meia engolida pelas coisas. E se juntarmos isto a todo um mundo que anda à nossa volta... não sei explicar muito bem, mas não era uma sensação boa. 

 

Aproveitei que estava a começar a mudar o tempo e voltei a pegar na roupa com olhos de ver. Escolher o que não vesti, o que não vou vestir, o que está grande, o que não me faz feliz. Peguei finalmente nas caixas cheias de bijuteria e escolhi os colares e pulseiras que não uso há anos, alguns até que nunca usei, carteiras e malas, casacos, sapatos, livros, mantas, caixas que tinha desde a Universidade, entre outras coisas. Numa semana tirei de casa 178 coisas.

 

Ao longo desta semana fui partilhando com umas amigas os progressos que ia fazendo. Inundei-as com fotos do que ia fazendo, das coisas que ia tirando e que podiam ser úteis para elas. Partilhar este processo foi muito importante por dois motivos: por um lado,  mostrava o caminho que fazia, as coisas que ia destralhando, os espaços que ia ganhando e recebia incentivos a continuar, por outro, o facto de partilhar com elas esta missão, fez com que pelo menos 2 delas se sentissem entusiasmadas e ganhassem coragem de atacar as suas próprias tralhas. 

 

No final dessa semana a casa estava muito diferente. Apesar de ainda ter uns "monstros" na dispensa que precisam de levar um tratamento daqueles, a casa estava muito diferente. Curiosamente, eu não conseguia ver isso. Acho que ainda não tinha o distanciamento necessário para conseguir vê-la com olhos de ver. Apenas via a casa e não o lar. Não sei se me estou a fazer entender... Via algumas diferenças mas não eram significativas do que tinha passado uma semana a fazer. Até que me comprometi a enviar um vídeo com o "house tour" - o resultado final. E depois de lhes enviar o vídeo, e de eu própria o ver, consegui tirar o filtro que tinha e perceber que estava tudo muito mais próximo daquilo que eu queria para a minha casa!

 

Foi cansativo? Foi! Foi uma seca? Também foi! As coisas parecem renascer sabe-se lá de onde? Sim! Continuo a achar que tenho coisas a mais? Também! Custou-me "desfazer-me" das coisas? De algumas... No final soube-me bem? Soube! E ainda sabe! 

 

 

P.S.: Nesta semana superei o tal objetivo das 496 coisas. E defini outro até ao final do ano: 750 coisas. Já vou em 600. E se pensam que tenho a casa a abarrotar de coisas, não é verdade. Não sou acumuladora, só acho que tenho coisas a mais. (vá... de canetas se calhar sou um bocadinho acumuladora... mas estou em processo de desintoxicação :))

 

 

Vamos falar de pés!

via

 

Costumo dizer que uma pessoa pode estar linda e maravilhosa, super bem vestida e elegante, mas se lhe doerem os pés... o cenário muda todo de figura. E não estou só a falar das situações em que essas pessoas estão a usar saltos altos!

 

Os nossos pés, por maiores ou mais pequenos que sejam, aguentam muito durante durante o dia. Calçado apertado, horas de pé, pisadelas, calçado e meias de qualidade mais ou menos dúbia, tropeços e pontapés no dia-a-dia. E quando finalmente terminam a sua função são mais ou menos esquecidos. Mais ou menos, porque as pessoas não são todas iguais! 

 

Até que chegam os primeiros dias mais quentes (e gostava de saber onde andam os dias quentes!?) e lembramo-nos de cuidar deles porque vão ficar mais expostos. Eu sou, ou quero acreditar que era, uma das pessoas que lhes dá pouca atenção. Creme de corpo ainda vou pondo, uma pessoa sente a pele seca e age, mas nos pés...

 

Recentemente tive de "visitar" um podologista que a determinada altura me diz "olhe que se lhe disserem que você tem uma micose nas unhas não é verdade! Você tem é as unhas secas!". Aparentemente as riscas nas unhas são coisas normais, mas quando essas risquinhas são demasiado esbranquiçadas... a unha está seca! E foi aí que olhei para elas com mais atenção e percebi que era verdade. Mesmo quando ponho creme nos pés são os calcanhares os privilegiados, não as unhas. 

 

Mas isso agora mudou! Por recomendação da podologista comprei o creme Xérial 30 da SVR. Diz ela que os cremes para os pés devem ter sempre 30 a 50% de ureia. O que eu usava de vez em quando tinha no máximo 10.

 

Ainda só usei três dias mas já comecei a ver resultados: calcanhar mais macio e unhas mais brilhantes e lisas. Coloco o creme à noite com uma massagem suave e, no dia seguinte, quando acordo ainda sinto os pés hidratados. 

 

Espero conseguir manter este hábito e passar a fazer parte daquele grupo de pessoas disciplinadas e hidratadas... até porque os pézinhos merecem! 

 

 

 

 

 

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