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Edição Limitada

“Não tenho tempo pra mais nada, ser feliz me consome muito”. Clarice Lispector

Edição Limitada

“Não tenho tempo pra mais nada, ser feliz me consome muito”. Clarice Lispector

Onde se esconde a alegria?

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Há uns podcasts que oiço mais que outros. Quer seja pela sua dimensão, quer seja pela minha disponibilidade, alguns ficam para ouvir quando tenho mais tempo, como numa viagem mais longa, por exemplo. Foi o que aconteceu com este! Durante cerca de uma hora, numa viagem de autocarro, ouvi este episódio do TED Radio Hour e fiquei a saber onde se esconde a alegria. Fiquei a saber ou confirmei o que já sabia?

 

Neste episódio são entrevistadas quatro pessoas que vão falar sobre o que, para eles, é necessário para ter uma vida preenchida com alegria e o que é isso de encontrar alegria nas coisas do dia-a-dia. Há uma inventora de máquinas inúteis cuja única utilidade é fazer os outros rir, uma designer que dedica a vida a perceber/encontrar o que faz com que umas coisas nos transmitam mais alegria que outras e o papel que a cor tem na nossa vida… também aparece um perseguidor de eclipses que diz que essa é das experiências mais maravilhosas da natureza e que nos coloca em total perspetiva face ao mundo e ao universo e ainda uma música que fala da importância da sonoridade. A que soará a alegria?

 

São estes pequenos momentos que podem ser tão marcantes como quaisquer outros na nossa vida. Há quem persiga eclipses, há quem observe pássaros, há quem faça coleção de cartas encontradas na rua, tudo exemplos de pequenas coisas que nos podem dar alegria. Mas não é esse momento em si que é importante, o importante mesmo é a pessoa em que nos tornamos depois de viver as pequenas experiências alegres.

 

Estar alegre ou viver uma alegria não quer dizer que se esqueçam os problemas do mundo, estar, ou ser, alegre é apenas usufruir por momentos das coisas boas que vivemos e que vão aparecendo à nossa volta. Como quando uma criança que nos sorri e diz adeus do outro lado da carruagem do metro, ou quando encontramos uma moeda de um cêntimo no chão, como quando conseguimos superar uma barreira mesmo que pequena, ou quando toca uma música que adoramos e não ouvíamos há muito tempo ou ainda quando somos surpreendidos por um postal na caixa do correio. Tudo coisas simples. É aí que ela se esconde.

 

 

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