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Edição Limitada

“Não tenho tempo pra mais nada, ser feliz me consome muito”. Clarice Lispector

Edição Limitada

“Não tenho tempo pra mais nada, ser feliz me consome muito”. Clarice Lispector

Os Durrell

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Ainda estará para nascer aquele que poderá apregoar “a minha família é perfeita!”. Por isso, a dos Durrell também não é! Quem são os Durrell? São uma família inglesa que me faz companhia ao Domingo à noite, na RTP2. Neste momento, a par dos Imposters (que é todo um outro campeonato) são a minha série favorita.

A história passa-se em 1930. Uma família inglesa (mãe viúva, 4 filhos e um cão) decide seguir os “rumores” de uma vida melhor e mudam-se para Corfu, ilha grega. Só por isso já podem imaginar… ingleses e gregos… tudo a ver!

A mãe andará por volta dos 50. Nunca saberemos a sua idade real. Os filhos têm entre 20 e 11. Um pseudo-escritor (que afinal foi mais que pseudo), outro que gosta é de armas, a filha em plena adolescência e tudo o que ela traz e Gerry, o amante da natureza e protetor dos animais.

A história é divertida e leve, o que se quer para começar a semana tranquilamente. As paisagens são bonitas e tenho que admitir que sinto um piquinho de inveja da localização da casa onde moram.

Esta série é baseada na Trilogia de Corfu do naturalista inglês Gerald Durrell (o filho mais novo), que inclui "A Minha Família e Outros Animais", sobre os quatro anos da vida desta família na ilha grega. É por causa deles que um dos livros que vou levar de férias é este. Apesar de andar a seguir a série, acho que será um daqueles casos quase raros em que não fará mal nenhum ler o livro depois de ver o filme.

 

Desenhar o Verão

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Este fim de semana foi dedicado a fazer muito pouco! Preguiça dirão uns, “self care” digo eu! E ainda digo outra coisa… devia ter feito ainda menos! Porque tal como os computadores, há alturas em que é preciso desligar e voltar a ligar! E chegou o mês de Julho! Assim… a correr!

Uma das coisas que fiz foi começar a preparar a mala para as férias. Ainda faltam muitos dias mas como tenho a sensação de que quando der por mim, estou a enfiar coisas para dentro da mala a correr para ir embora… preferi começar já com o básico: biquínis, fatos de banho e o estojo individual (há quem lhe chame bolsa de casa de banho mas desde pequena que na lista das coisas para os acampamentos estava o dito do estojo individual e por isso, para mim, é assim que lhe chamo).

A mala para as férias requer-se o mais básica possível. Levamos sempre coisas que acabamos por não precisar… Também comecei a identificar o meu Problema Literário deste ano… e o formato problema já está identificado – quero levar menos livros… mais quais escolher?!

Também ouvi um episódio do podcast da Gretchen Rubin em que ela e a irmã falavam sobre “desenhar o Verão”. Sugeriam que se por um lado há o risco de termos grandes expectativas sobre as férias por outro, o facto de sabermos o que queremos para esta estação do ano ajuda-nos a programar e organizar melhor estes meses. Como em qualquer outro projeto, saber o objetivo final ajuda-nos a definir uma estratégia e perceber o que queremos e não queremos fazer.

Pensei um bocadinho e… apesar da tendência para reduzir os três meses de Verão às três semanas de férias sei que quero ouvir música, dormir sestas, ouvir podcasts, ler livros com calma, escrever postais, comer peixe grelhado e muita salada de tomate, “esplanar” – essa arte de passar finais de tarde numa esplanada, rir-me com os meus primos nas nossas férias e dar a maior quantidade possível de mergulhos no mar!

Basicamente… é isto!

E o vosso Verão? Que cores tem o vosso desenho?

 

Eu também quero!

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"quero aprender a não reclamar de nada. quero aprender a agradecer (mais) por tudo. quero saber parar quando der por mim a queixar-me de porcarias. quero parar e mudar. quero saber repetir que a vida não é sobre ficar a reclamar de braços cruzados. a vida é sobre ir lá e fazer melhor. é sobre ariscar cair. se caires, paciência. levanta-te e tenta de novo. quero lembrar-me (sempre) que sou eu quem define o que me define. quero ser agradecida pelo que tenho e saber que isso não é igual a não lutar pelo que quero. quero dizer obrigada aos que estão ao meu lado, aos que puxam pelo melhor de mim e aos que me dizem quando erro. esses são os que me merecem sempre. os outros, tanto me faz se vão à frente ou atrás. quero nunca passar para o lado de lá da força: gosto muito da vida que vivo, e a minha basta-me. quero poder partilhar a maior lição que aprendi (a errar muito) com a vida: a ser menos dura comigo mesma. a abraçar-me mais. a proteger-me mais. a ser mais minha amiga. a dizer: eu primeiro está certo. é bom. é bonito. é auto-cuidado. traz leveza ao mundo. e traz clareza cá dentro."

 

do blog às nove