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Edição Limitada

“Não tenho tempo pra mais nada, ser feliz me consome muito”. Clarice Lispector

Edição Limitada

“Não tenho tempo pra mais nada, ser feliz me consome muito”. Clarice Lispector

Foi sem mais nem menos

 

Sempre que oiço esta música lembro-me de duas coisas: do FIAT 127 de um dos meus chefes dos Escuteiros e das Roadtrips com a minha amiga por esse país fora!

 

Era branco, e eu nem gosto de carros brancos, e pequenino! E nós éramos muitos, mas não tão pequeninos quanto isso. Andávamos sempre juntos, um grupo grande e bem divertido, como praticamente todos os grupos de amigos dessas idades. Íamos para todo o lado, quer em atividades de Escuteiros, quer na qualidade de amigos que éramos. Numa dessas atividades aconteceu esta “cena” da qual me lembro SEMPRE que oiço esta música. Fará muito mais sentido para quem conhecer estes carros, mas para quem não se lembra… pensem nos FIAT 500 da atualidade. É quase a mesma coisa! Nesse dia éramos 7, condutor excluído, dentro daquele carro branco, tão pequenino mas que nos fazia tão felizes. O que nós nos rimos! Parecia que estávamos a participar no concurso para ver quantas pessoas cabem num Mini!

 

A outra lembrança é a das roadtrips. Que saudades! Para saberem mais sobre elas sugiro que leiam o que escrevi há uns tempos... é mesmo verdade que nunca viajámos num descapotável, mas também não era preciso!

 

 

 

Marie Kondo - a fadinha que veio do Japão

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Apesar da Marie Kondo já ter os seus livros publicados em Portugal há algum tempo, parece que agora sim, está a entrar nas casas portuguesas! Ainda não consegui ver um episódio da série que tem no Netflix mas tenho curiosidade. E porque tanta gente me parece entusiasmada com esta causa, resolvi pesquisar os posts do blog onde tinha mensionado esta japonezinha com um ar muito frágil mas que anda a pôr ordem na vida das pessoas desde pequena. 

 

Aqui estão eles: 

1. Marie Kondo - a nova fadinha do lar 

2. O desafio do mês de Setembro de 2017 deixava 30 sugestões de tarefas para cumprir durante um mês, uma por dia. A referência à Marie Kondo vem no dia 13. E agora que o revisitei... acho que vou iniciar este plano, novamente, dentro em muito breve, durante 30 dias, não precisamos de começar no dia 1.

3. O regresso à missão destralhar - Na verdade... a missão destralhar nunca acaba. É como as dietas... é um estilo de vida. 

 

PS: Pensava que também a tinha referido no post sobre o saquinho das meias, mas afinal não. 

 

Yes, you will!

If you look for beauty, you will find it.

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Os dias não são todos bonitos, com um céu azul que se confunde com um qualquer mar das Caraíbas, ou repleto de estrelas cadentes, carregadas de desejos a concretizar. Nem todos são bonitos. Mas em todos há algo em comum: a possibilidade de encontrar coisas boas. Coisas más acontecem, é verdade. Mas as boas também!

 

É mais ou menos como encontrar carros amarelos, ou moedas no chão, não é comum, mas a partir do momento em que começamos a ver se encontramos... parecem pipocas! Tal como as coisas boas. Podemos até começar com as mais simples como alguém que nos deu o lugar no autocarro, ou uma criança que nos sorriu na rua e disse adeus, depois começar a aumentar o nosso grau de contentamento: um postal na caixa do correio, um elogio de uma pessoa amiga, um bom dia de trabalho, por aí fora.

 

As coisas boas existem. Nós é que temos de querer encontrá-las. E a partir do dia em que estejamos disponíveis para as ver... vamos ver que são muitas! E sim, mesmo em dias difíceis!