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Edição Limitada

“Não tenho tempo pra mais nada, ser feliz me consome muito”. Clarice Lispector

Edição Limitada

“Não tenho tempo pra mais nada, ser feliz me consome muito”. Clarice Lispector

Quando os planos saem furados

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Bem, quando os planos saem furados é uma chatice. Daquelas bem grandes. Uma pessoa tenta organizar-se para tudo ir correndo facilmente e depois, como dizia no outro dia, acontece a vida. E dá cabo de tudo.

 

Bastou quase uma semana em casa para as coisas descambarem. E depois, não chega dizer “pronto já passou” e arregaçar as mangas porque parece que é quando pensamos nisso que as papeladas começam a multiplicar-se, a roupa passada desaparece ou perde todo o interesse, nos sentimos ainda mais um trapo e até a comida está contra nós porque não nos apetece nada. Nem doce, nem salgado.

 

E pensamos “pronto, uma coisa de cada vez”. E nesse minuto… pimbas, que tal uma dor ciática!? E é nessa altura que quase apetece deitar a toalha ao chão. Mas não vale a pena, porque depois não a consegues apanhar e ficas com mais uma coisa para juntar à lista.

 

Listas! As minhas tábuas de salvação. Também não têm ajudado muito, mas pronto… parece que só de escrever o que nos preocupa num pedaço de papel, metade das coisas começam a resolver-se por si próprias. Pode ser ilusão, que tem sido, mas pelo menos uma pessoa pensa “pode ser que mais logo ganhe uma daquelas forças supersónicas e consiga começar a riscar uma coisa atrás da outra, e o tempo estique como um elástico, e quando chegar a meia noite, começa todo um novo dia, e tudo vai ser diferente!”.

 

Foi mais ou menos assim que me apercebi que já chegou o mês de Fevereiro. Já vamos no segundo. E não podemos andar a “engonhar” mais. Por isso, quando os planos saem furados é uma chatice, porque é, mas ao mesmo tempo que mais podemos nós fazer do que voltar a definir tudo num quadradinho de papel e atacar uma coisa de cada vez?!

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