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Edição Limitada

“Não tenho tempo pra mais nada, ser feliz me consome muito”. Clarice Lispector

Edição Limitada

“Não tenho tempo pra mais nada, ser feliz me consome muito”. Clarice Lispector

Depois do mergulho e antes da bola de berlim

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Estão a aproximar-se as férias. Nesse maravilhoso período de tempo aproveito para fazer um conjunto de coisas. São as semanas em que reduzo todos os níveis de stress ao mínimo (ou pelo menos tento) e aproveito para me reorganizar. É também nesta altura que procuro adoptar novos hábitos ou perder hábitos antigos. Há dois anos decidi que queria deixar de beber meias de leite. Bebia pelo menos uma por dia, havendo dias em que podia chegar às três. Eram para mim como uma comida de conforto. Se não tenho tempo para almoçar, meia de leite. Se já é tarde e não me apetece ter de fazer jantar, meia de leite a caminho de casa. Se vou lanchar... meia de leite. Até que me apercebi que não era nem a coisa mais acertada, nem era assim tão confortável, já que muitas vezes acabava por ficar ligeiramente mal disposta. Foi durante as férias que decidi deixar de beber as meias de leite. E resultou. 

 

Uma coisa que para mim é fundamental durante as férias é dormir a sesta. É aquela regra fundamental. É engraçado pensar que quando era miúda detestava essa coisa de dormir a sesta. Agora... se pudesse era todos os dias! E acredito piamente que o meu corpo ia agradecer.

 

Estas férias ainda não pensei bem no que quero fazer. Ando demasiado cansada. Sei que, para além das coisas que para mim são básicas da praia - nadar, ler revistas, apanhar banhos de sol e comer bolas de berlim sem creme nem vergonha, quero ler, dormir a sesta, descansar, aproveitar os dias ao máximo com o mínimo dispêndio de energia, quero habituar-me a por creme no corpo todos os dias (é verdade... falha grave), pintar as unhas de coral e andar com o cabelo despenteado como a minha irmã diz que eu devia ter sempre. Também quero pensar um pouco e com calma nas coisas que quero alterar no pós-férias. 

 

Setembro sempre foi para mim um mês de mudanças. Considero-o mais um dos meus "anos novos" como a passagem de ano, o ano novo chinês, o dia em que fazemos anos. Algo se manteve dos tempos da escola em que o ínicio das aulas era o início de algo novo, novas oportunidades, novas aventuras, novos amigos, novos hábitos. Deve ser por isso que vejo sempre Setembro como uma oportunidade de fazer melhor. E por isso, enquanto estiver deitada na areia, a ler livros e revistas, depois de um mergulho e antes de uma bola de berlim, quero pensar um bocadinho nas coisas que quero deixar para trás e nas coisas que quero que façam parte da minha vida. Ainda não sei quais são... mas sei que as ideias vão surgir.

 

 

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